Mundo e segurança

Antes do segundo turno, TSE declara ilegais recomendações algorítmicas da Meta para os canais de Flávio; verbas estrangeiras para anúncios geram controvérsia de responsabilização

Reportagem da Africanews, citando a Associated Press, diz que, antes do segundo turno de 25 de outubro, o TSE obrigou a Meta a tratar igualmente Lula e Flávio Bolsonaro e considerou ilegais recomendações algorítmicas para os canais de Flávio no Instagram e WhatsApp. A Meta nega favorecimento e não explica as recomendações. NetLab/UFRJ identificou 1.613 anúncios irregulares, 171 milhões de visualizações e R$ 2 milhões de receita, financiados principalmente pelos EUA; faltam método e dados.

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TRUTH ERA

Reportagem da Africanews que cita a Associated Press informa que, antes do segundo turno da eleição presidencial de 25 de outubro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) brom que a Meta deve tratar de forma igual Lula e o candidato da oposição Flávio Bolsonaro, e considerou ilegais as recomendações algorítmicas da Meta para os canais de Flávio no Instagram e no WhatsApp. A Meta negou que aplique favorecimento político nas eleições brasileiras e não explicou diretamente as referidas recomendações.

Segundo o estudo do NetLab, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, entre julho e setembro a Meta permitiu a veiculação de pelo menos 1.613 anúncios políticos não conformes. Eles acumularam 171 milhões de visualizações e geraram cerca de R$ 2 milhões em receita; os recursos usados para financiá-los vieram principalmente dos Estados Unidos. A reportagem não信息公开 a metodologia, os dados brutos ou as margens de erro do estudo.

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